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05 Nov 2013

A Menina que Roubava Livros

Postado por em Outros Textos, Resenhas, teste 112 0

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Livro: A Menina que Roubava Livros
Autor(a): Markus Zusak
Editora: Intrínseca
Páginas: 480

Sinopse: “A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto – e raro – de crítica e público.”

É um livro único para mim, esse livro me encantou, pois sou perdidamente apaixonado por livros. Porém não esse tipo de livro, livros mais ao estilo Tolkien, Eduardo Spohr e etc… Entretanto, Liesel Meminger me encantou. Sua paixão pelas palavras me tocou.

Esse livro retrata com lucidez o terror do período Hitleriano. A história é narrada pela morte, uma narradora um tanto inusitada e que me surpreendeu completamente. Quando descobrir que a narradora era a morte, fiquei esperando uma história de terror ou algo do gênero, mas não, foi completamente diferente… A morte é simpática.

Primeiro, as cores.
Depois, os humanos.
Em geral, é assim que vejo as coisas.
Ou, pelo menos, é o que tento”.

A contra-capa do livro diz que “quando a morte conta uma história, você deve parar para ler”. E deve mesmo. É perfeito, suave e trágico a

A história se passa nos anos entre 1939 e 1943, na época do Holocausto. Liesel Mo mesmo tempo! Meminger encontrou a Morte neste período por três vezes e saiu viva das três ocasiões. A Morte, de tão impressionada, decidiu contar a história de Liesel e nos presenteou com esse livro mágico e encantador. Desde o início da vida de Liesel, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de viver. Assistiu seu irmão morrer no colo da mãe e foi largada pela mesma aos cuidados de pessoas estranhas: Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Trazia escondido em sua mala, um livro: O Manual do Coveiro. O rapaz que enterrara seu irmão deixara o livro cair na neve por distração e este foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.

E foi essa paixão pelos livros que salvaram a vida de Liesel naquele tempo de horror, quando a Alemanha estava sendo transformada diariamente pela guerra. O gosto por roubar os livros e a sede por conhecimento foram o sentido que ela precisava dar a sua vida. Além é claro do amor de Hans que se mostrou imensamente amável com ela e seu grande amigo Rudy, o namorado que nunca teve. E sempre ao seu lado, como testemunha de todo o sofrimento e poesia, estava a Morte, a narradora desta história. Simplesmente inspirador, triste e maravilhoso. No livro ressalta-se muito a força e a magia das palavras e como elas podem salvar ou condenar.

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